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Caso glifosato questiona performance científica do IARC

18 de dezembro de 2018

Por: AgrolinkLeonardo Gottems

Na reportagem, o professor Doutor em Patologia João Lauro Viana de Camargo responde o quanto contribuem o conhecimento e a prática diária na análise de testes para a classificação de uma substância como cancerígena. Segundo o especialista, em 2015, a IARC divulgou o resultado de uma avaliação do perigo cancerígeno do glifosato, pelo qual o herbicida foi classificado na categoria 2A, como ‘provável cancerígeno para o homem’. Essa decisão da IARC sobre o glifosato foi uma grande surpresa, porque divergiu das várias análises feitas até aquele momento por agências regulatórias governamentais e por outros grupos, acadêmicos ou ligados ao setor produtivo.

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