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Casos de intoxicação por glifosato são raros no Brasil e restritos a aplicadores que não se atentam ao uso correto dos EPIs

05 de julho de 2019
Usado a mais de 40 anos o glifosato não representa risco para a saúde de quem utiliza o produto corretamente e menos ainda para a população em geral.

Por: Notícias Agrícolas (Aleksander Horta e Izadora Pimenta)
Publicado: 27/06/2019 13:25
Última Modificação: 03/07/2019 15:40



Dando continuidade à série de entrevistas com especialistas para entender os questionamentos que estão sendo feitos em relação ao uso do glifosato, o Notícias Agrícolas convidou Flávio Zambrone, presidente do IBTox, para conversar sobre o assunto nesta quinta-feira (27).

Essas entrevistas vêm após ter sido aberta uma consulta pública a respeito da utilização do herbicida, feita pela Anvisa. Nesta consulta, toda a sociedade está convidada a participar com suas impressões e dados a respeito do assunto.

Zambrone avalia que a consulta pública é uma ferramenta que a Anvisa utiliza para que a sociedade possa se manifestar. Uma série de perguntas a respeito do glifosato, como ele visualiza, tratam do uso e da toxicidade do herbicida.

Ele destaca que o glifosato é bastante conhecido, usando há mais de 40 anos, e visualiza que não há efeitos graves ocasionados pelo produto. O presidente ressalta a existência de estudos completos que versam sobre o tema, usado em mais de 130 países.

Para ele, o que acontece é que as pessoas deixam de lado questões de segurança, o que pode trazer alguns problemas adversos. Na população em geral, não há casos de intoxicação registrados, mas, por conta do problema do uso inadequado, problemas ocorrem com aplicadores, embora não sejam problemas graves, na maioria das vezes, como avalia Zambrone.

Assim. ele atenta para que o glifosato seja usado corretamente e com responsabilidade, dando atenção para o que está explicitado nos rótulos e na bula.

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