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ARGUMENTOS: Agências Regulatórias em todo mundo atestam a segurança do Glifosato

04 de abril de 2019

As principais Agências Regulatórias em todo o mundo afirmam que o glifosato não causa câncer e que é um produto seguro quando utilizado conforme sua prescrição. Dentre essas agências destacam-se:

2019

BRASIL – Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA)

Brasil

“O Glifosato não apresenta características mutagênicas, teratogênicas e carcinogênicas, não é desregulador endócrino e não é tóxico para a reprodução.”

 

 

 

2018

SUÍÇA – Escritório Federal de segurança alimentar e veterinária (FSVO)

Suica

“Resíduos de glifosato nos alimentos investigados não representam um risco de câncer.”

 

 

 

2017

ESTADOS UNIDOS – Agência de Proteção Ambiental (EPA)

EUA

“A avaliação do risco para a saúde humana conclui que o glifosato não tem potencial carcinogênico para os seres humanos … [e não há] outros riscos significativos para a saúde humana quando o produto é utilizado de acordo com o rótulo do pesticida.”

 

 

2017

CANADÁ – Agência de Saúde do Canadá

Canda

“Os produtos que contêm glifosato não apresentam riscos inaceitáveis à saúde humana ou meio ambiente, quando utilizados de acordo com as instruções do rótulo do produto.”

 

 

2017

EUROPA – Agência Europeia de Químicos (ECHA)

Europa

“Com base nos dados epidemiológicos, bem como nos dados de estudos de longo prazo em ratos e camundongos, tendo como abordagem o peso de evidência, nenhuma classificação de perigo de carcinogenicidade foi emitida.”

 

 

2017

CORÉIA – Administração de Desenvolvimento Rural

Coreia

“Estudos epidemiológicos sobre o glifosato… não encontraram nenhum link para câncer.”

 

 

 

2016

França – Agência Nacional de Segurança Sanitária, alimentação, meio ambiente e trabalho

França

“O nível de evidência de carcinogenicidade em animais e seres humanos é considerado relativamente limitado e não permite uma classificação 1A ou 1B (carcinogênico conhecido ou suspeito para os seres humanos).”

 

 

 

2016

AUSTRÁLIA – Autoridade Australiana de pesticidas e medicamentos veterinários

Australia

“O glifosato não representa um risco carcinogênico para humanos… Produtos contendo glifosato são seguros para uso de acordo com as instruções do rótulo.”

 

 

 

2016

NOVA ZELÂNDIA – Autoridade de Proteção Ambiental

Nova Zelandia

“É improvável que seja carcinogênico para humanos ou genotóxico (danificando material genético ou DNA) e não deve ser classificado como mutagênico ou carcinogênico.”

 

 

 

2016

JAPÃO – Comissão de Segurança Alimentar

Japao

“Não há neurotoxicidade, carcinogenicidade, toxicidade reprodutiva, teratogenicidade e genotoxicidade.”

 

 

 

 

 

2016

Organização Mundial da Saúde/Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (OMS/FAO)

FAO

“É improvável que o glifosato seja genotóxico nas exposições alimentares esperadas. É improvável que o glifosato represente um risco carcinogênico para humanos devido à exposição por meio da alimentação.”

 

 

 

2015

EUROPA – Autoridade de Segurança Alimentar da Europa (EFSA)/strong>
Europa

“É improvável que o glifosato seja genotóxico ou apresente ameaça carcinogênica aos seres humanos… Nem os dados epidemiológicos nem os estudos em animais demonstraram causalidade entre a exposição a glifosato e o desenvolvimento de câncer em humanos.”

 

 

 

2015

ALEMANHA – Instituto Federal de Avaliação de Risco (BfR)

Alemanha

“Os dados disponíveis não mostram propriedades carcinogênicas ou mutagênicas do glifosato, nem que o glifosato é tóxico para a fertilidade, reprodução ou desenvolvimento embrionário/fetal em animais de laboratório.”

 

 

 

 

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A reprodução é permitida, desde que citada a fonte do material.
Crédito: GIPEG (Grupo de Informação e Pesquisas sobre Glifosato) – www.glifosatoinfo.org 

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