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ARGUMENTOS: Aspectos econômicos do Glifosato

03 de abril de 2019

Para saber mais sobre os aspectos econômicos do glifosato para a agricultura brasileira, a LCA Consultores elaborou um estudo, em 2016, que apresenta os principais impactos para a cadeia campo-indústria-comércio em um cenário de hipotética proibição do uso do produto no Brasil. Veja os dados abaixo:

Para o campo

  • Supondo um cenário sem o glifosato, dois impactos potenciais imediatos chegariam ao agricultor:

1 –  Custo de produção se elevaria, imediatamente, porque o agricultor teria que aumentar o dispêndio por hectare com herbicidas alternativos.

2 – O agricultor colheria menos por hectare plantado.

  • O produtor rural perceberia imediatamente uma redução da rentabilidade esperada de sua atividade e, consequentemente, haveria retração de área plantada e queda de produção agrícola.
  • No caso da cultura da soja, por exemplo, o cenário sem glifosato tenderia a acarretar queda de 15,4% na produtividade e redução de 11,8 pontos percentuais de rentabilidade.

Ao longo de uma década, o setor seria impactado pelas seguintes perdas:

  • Estima-se perda de produção de soja equivalente a R$ 221,8 bilhões.
  • Prevê-se perda de 184,9 bilhões nas safras de milho, com o maior impacto concentrado na safrinha.
  • O prejuízo com o algodão é estimado em R$ 21,4 bilhões.
  • Somando-se os efeitos nas três culturas analisadas, a perda direta é de R$ 428,2 bilhões em 10 anos.

Para a indústria

  • R$ 4,9 bilhões seria a perda anual imediata referente à produção doméstica do produto ao longo de toda a cadeia industrial de produção de glifosato no Brasil.
  • 36,6 mil empregos seriam perdidos ao longo de 10 anos se houver a impossibilidade de produção do glifosato no país.

Para toda a cadeia (campo – indústria – comércio)

Em dez anos, a perda de produção pode chegar a mais de R$ 1,5 trilhão, com eliminação de 2,8 milhões de empregos.

  • Um cenário sem o glifosato prejudicaria um dos pilares da economia daquele que talvez seja o único setor produtivo realmente competitivo no Brasil: O AGRONEGÓCIO. A competitividade internacional do país ficaria assim gravemente impactada, já que outros países produtores de commodities continuariam a utilizar o glifosato e a se beneficiar de sua comprovada eficácia.

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A reprodução é permitida, desde que citada a fonte do material.
Crédito: GIPEG (Grupo de Informação e Pesquisas sobre Glifosato) – www.glifosatoinfo.org 

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